Dieta para emagrecer e perder barriga rapido – Remedio para emagrecer: (Guia completo)

 

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Guia e Remedio para emagrecer e queimar gordura

Você tem problemas para perder peso? Ou você gostaria de emagrecer mais rápido? Você veio ao lugar certo. Prepare-se para aprender a perder peso, sem passar fome.

Nossas idéias convencionais sobre perda de peso – coma menos, se mova mais – exigem muita força de vontade. Contando calorias, exercitando-se todos os dias e tentando ignorar sua fome? É um sofrimento desnecessário e provavelmente um desperdício de tempo e energia preciosos. É coisa de masoquistas.

Eventualmente, as pessoas acabam desistindo. Ficar focando em contagem de calorias certamente não ajudou a reverter nossa atual epidemia de obesidade. Felizmente, existem alternativas melhores.

 

A conclusão? Calorias não são as únicas coisas que contam na perda de peso. Seu peso também é regulado hormonalmente. Se você reduzir os níveis do hormônio armazenador de gordura, a insulina, provavelmente terá mais facilidade em perder peso e queimar aquela gordurinha abdominal.

 

Remédio para emagrecer: 18 Dicas para perder gordura abdominal e secar a barriga

Emagrecer: 18 dicas para emagrecer, perder peso e seca a barriga rápido:

1. Opte por uma dieta pobre em carboidratos

Se você quer emagrecer, pode começar evitando açúcar e amido (como pão, macarrão e batatas). Essa é uma idéia antiga: dietas low carb para perda de peso já existem há uns 150 anos. O que há de novo é que dezenas de estudos científicos modernos provaram que, sim, em média, o baixo carboidrato pode ser a maneira mais eficaz de perder peso.

 

Obviamente, dá pra emagrecer em qualquer regime – apenas coma menos calorias do que queima, né? O problema com esse conselho simplista é que ele ignora o elefante na sala: a fome. A maioria das pessoas não gosta de “apenas comer menos”, porque para isso pode acabar sentindo fome para sempre. Mais cedo ou mais tarde, uma pessoa normal provavelmente cederá à fome e acabará comendo mais, daí a prevalência de “dieta ioiô”.

 

Embora seja possível perder peso com qualquer regime, alguns parecem facilitar e outros dificultar.

 

A principal vantagem da dieta low carb é que ela pode fazer com que você queira comer menos . Mesmo sem contar as calorias, as pessoas acima do peso tendem a comer menos calorias quando focam em alimentos de baixo carboidrato.

Açúcar e amido podem aumentar sua fome, enquanto evitá-los pode diminuir seu apetite para um nível mais gerenciável. Se você ouvir as necessidades do seu corpo, não precisa contar calorias. Faça com que cada caloria conte, mas você não precisa contá-las.

Um estudo de 2012 também mostrou que pessoas seguindo uma dieta pobre em carboidratos tiveram uma queda menor do metabolismo na fase de manutenção do peso, quando comparadas a pessoas seguindo uma dieta pobre em gordura – o que levou a mais calorias (cerca de 300) sendo queimadas na fase de manutenção do peso.

De acordo com um dos professores de Harvard responsável pelo estudo, essa vantagem “seria igual ao número de calorias normalmente queimadas em uma hora de atividade física de intensidade moderada”. Imagine o seguinte: uma hora de bônus inteira de exercício todos os dias, sem ter que se exercitar.

Recentemente, um estudo ainda maior e mais cuidadosamente realizado confirmou esse efeito poupador do metabolismo, com diferentes grupos de pessoas que perderam peso queimando uma média de 200 a 500 calorias extras por dia em uma dieta de manutenção de peso com baixos níveis de carboidrato, em comparação com uma dieta com muitos carboidratos.

Conclusão: uma dieta pobre em carboidratos pode reduzir sua fome, facilitando a ingestão de menos calorias. E de bônus, pode até aumentar sua queima de gordura em estado repouso. Estudo após estudo mostra que a redução de carboidratos funciona para perda de peso e que, em média, aprimora importantes marcadores de saúde .

2. Ouça seu corpo, e coma quando estiver com fome.

Não fique com fome. O erro mais comum ao iniciar uma dieta low carb é reduzir a ingestão de carboidratos, mas não caprichar na gordura, por medo. Carboidratos e gordura são as duas principais fontes de energia do corpo e você precisa de pelo menos uma delas.

Evitar carboidratos e gordura pode resultar em fome, ânsias e fadiga. Cedo ou tarde, você não vai aguentar a fome e acabará desistindo a dieta. A solução pode ser comer mais gordura até você se sentir satisfeito. Por exemplo:

  • Manteiga
  • Creme de leite
  • Azeite
  • Carne (incluindo a gordura)
  • Peixe gordo
  • Bacon
  • Ovos
  • Óleo de coco, etc.

Sempre coma o suficiente, satisfazendo sua fome, especialmente no início do processo de emagrecimento. Fazer isso com uma dieta de pouco carboidrato significa que a gordura que você come será queimada como combustível pelo seu corpo, à medida que seus níveis de insulina, hormônio armazenador de gordura, são reduzidos.

Você se tornará uma máquina de queima de gordura, e perderá o excesso de peso, provavelmente sem sentir fome.

Você ainda tem medo de gordura saturada? Tente repensar isso, porque o medo da gordura saturada é baseado em teorias antigas que estudos recentes sugerem ser equivocadas e incorretas.

A manteiga, por exemplo, é um ótimo alimento. No entanto, se você ainda não se sente confortável com isso, sinta-se à vontade para comer só gorduras insaturadas (por exemplo, azeite, abacate, peixe gordo). Isso poderia ser chamado de dieta low carb mediterrânea, e também funciona muito bem!

Ouvir seu corpo e comer quando está com fome tem outra implicação: se você não estiver com fome, provavelmente não deve comer ainda. Sinta-se à vontade para comer quantas vezes por dia precisar, sejam elas poucas ou muitas vezes, conforme achar melhor. Algumas pessoas comem três vezes ao dia, encaixando um lanchinho de vez em quando (só preste atenção, porque sentir fome o tempo todo e precisa de lanches constantes pode significar que falta gordura e proteína nas suas refeições principais). No entanto, lanches demais são associados a uma vida não saudável.

Algumas pessoas comem apenas uma ou duas vezes ao dia e nunca lancham. Tanto faz qual estilo você segue – desde que coma quando estiver com fome.

3. Coma comidas de verdade

Outro erro comum ao comer uma dieta low carb é se deixar levar pelo marketing inteligente desses alimentos super processados rotulados como “low carb”. Mas não esqueça: uma dieta para perder gordura eficiente deve contar principalmente com alimentos reais.

Mas o que é um “alimento real”? Comida de verdade é o que os humanos comem há milhares ou milhões de anos, como carne, peixe, legumes, ovos, manteiga, azeite, nozes, etc.

Se você quer perder peso, fuja dos produtos rotulados como “low carb” que são, na verdade, recheados de carboidratos. Isso devia ser óbvio, mas profissionais de marketing criativos estão fazendo todo o possível para enganar você (e ganhar seu dinheiro). Eles dizem que você pode comer biscoitos, massas, sorvetes, pão e bastante chocolate dentro de uma dieta de poucos carboidratos, desde que você compre a marca deles. Mas não seja enganado, geralmente esses ítens são cheios de carboidratos.

E o pão low carb? Tenha cuidado: se for pão de grãos, certamente não têm baixo teor de carboidratos. Mas algumas empresas ainda tentam vendê-lo como uma opção com pouco carboidrato.

O chocolate com baixo teor de carboidratos geralmente é feito com um tipo de álcool – maltitol – que pode ser parcialmente absorvido pelo organismo, mas o fabricante não o conta como carboidrato. Se o maltitol for absorvido, é provável que aumente os níveis de açúcar no sangue e insulina, de qualquer jeito. Os carboidratos restantes acabam no cólon, potencialmente causando gases e diarréia. Além disso, qualquer adoçante tem o potencial de estimular o desejo por açúcar. Mas se o chocolate for feito com eritritol ou estévia, provavelmente não será um problema para sua dieta.

Existem milhares de empresas que podem estar tentando induzi-lo a comprar seus produtos “low carb”, que geralmente contêm amido, álcoois de açúcar, farinha de trigo, adoçantes e outros aditivos.

Siga essas duas regras simples para evitar ser enganado pela indústria:

  • Não coma versões “low carb” de coisas com alto teor de carboidratos, como biscoitos, barras, chocolate, pão, macarrão ou sorvete – a menos que tenha certeza dos ingredientes (o ideal é fazer você mesmo em casa).
  • Evite produtos com as palavras “sem carboidratos absorvíveis”. Essa pode ser uma maneira de enganar você.

Concentre-se em comer alimentos de boa qualidade e minimamente processados. Idealmente, os alimentos que você compra não devem ter uma lista de ingredientes (ou devem ser muito curtas).

E, enfim, deixe de lado aquela história antiga de “comer tudo em moderação”. Isso não é uma estratégia útil para quem lutar contra o peso – na verdade, pode ser exatamente o oposto. Não coma tudo com moderação. Coma o máximo possível de alimentos saudáveis sempre que estiver com fome. Coma o mínimo de alimentos não saudáveis que puder – se possível, nenhum.

4. Coma só quando estiver com fome

Em uma dieta low carb, você deve comer só quando estiver com fome. E se você não está com fome? Não coma, ué. Comer mais do que você precisa para estar satisfeito vai desacelerar o seu emagrecimento. Na verdade, isso é tão importante que vale a pena uma seção própria.

Limitar lanches desnecessários

Lanches desnecessários também podem ser um problema em uma dieta cetônica . Algumas coisas são tão saborosas que é fácil exagerar, especialmente se elas estão disponíveis com facilidade. Aqui estão três armadilhas comuns a serem observadas em uma dieta com ceto ou de pouco carboidrato:

  • Laticínios, como cremes e queijos. Eles funcionam bem na culinária, porque são muito saciantes. Mas podem ser um problema quando você fica beliscando queijo na frente da TV à noite – sem sentir fome. Tenha cuidado com isso. Outro problema pode ser exagerar no creme das sobremesas, quando você já estiver cheio e continua comendo porque é gostoso. Outro culpado comum são os adicionais de leite no café, muitas vezes por dia.
  • Nozes e castanhas. É muito fácil comer a embalagem inteira de nozes/castanhas, independentemente de estar com fome. Comece com essa dica: de acordo com a ciência, é mais difícil moderar a ingestão de nozes salgadas do que nozes sem sal. Isso porque as nozes salgadas te atiçam a comer mais, sendo mais saborosas. Outra dica: evite levar a embalagem inteira para o sofá. Coloque uma porção em um potinho separado.
  • Assados com poucos carboidratos. Mesmo que você use só farinha de amêndoa e adoçante, fazer assados, como bolo, cookies, etc., geralmente acaba trazendo alimentos adicionais para sua dieta, e são consumidos quando você não está com fome. É claro que isso acaba diminuindo a perda de peso.

Sinta-se livre para pular refeições

É preciso tomar café da manhã? Pesquisas apontam que não, não é. Não coma se não estiver com fome. E isso vale para qualquer refeição.

Em uma dieta rigorosa, a fome e o desejo de comer tendem a diminuir muito, principalmente se você tiver peso a perder. Seu corpo pode queimar gordura tranquilamente, reduzindo a sua necessidade de comer.

Se isso acontecer, que bom! Não se esforce para comer quando você não tem vontade. Em vez disso, espere a fome voltar antes de comer novamente. Isso economizará tempo e dinheiro, além de acelerar sua perda de peso.

Algumas pessoas tem medo de perder o controle se não comerem a cada três horas. A preocupação de que essa “compulsão alimentar” detone a dieta os leva a fazer lanches o tempo todo, obsessivamente.

Pode mesmo ser que esses lanchinhos sejam necessários para saciar a fome em uma dieta rica em açúcares e carboidratos, mas costumam ser desnecessários em uma dieta ceto,na qual a fome volta lentamente e você deve ter tempo de sobra para preparar a comida ou fazer um lanche.

Conclusão: para perder peso de maneira sustentável, coma quando estiver com fome – mas apenas quando estiver com fome. Esqueça o relógio e ouça seu corpo.

5. Seja inteligente ao analisar seu progresso

Decidir se o emagrecimento está sendo bem sucedido às vezes é mais complicado do que parece. Isso porque focar apenas na perda de peso, subindo na balança o tempo todo, não é o melhor método e causa ansiedade desnecessária, prejudicando sua motivação sem motivo.

A balança não é bem sua amiga. Você pode querer perder gordura – mas a balança mede músculos, ossos e órgãos internos também. Ganhar músculos é uma coisa boa. Assim, o peso ou o IMC são formas imperfeitas de medir seu progresso. Isso é mais relevante ainda se você está apenas saindo de um longo período de baixa atividade (que pode acompanhar a contagem de calorias), pois seu corpo pode querer restaurar os músculos perdidos. Iniciar o treinamento com pesos e ganhar músculos pode esconder sua perda de gordura.

Mas perder gordura e ganhar músculos significa um grande progresso, e você pode perder essa conquista se apenas medir seu peso. Portanto, é inteligente também rastrear a queima de gordura abdominal, medindo a circunferência da cintura.

Como tomar essa medida?

  1. Coloque a fita métrica no meio, ligeiramente acima do umbigo (para ser exato: no ponto médio entre a costela mais baixa e a parte superior do osso do quadril, ao lado)
  2. Expire e relaxe (não encolha a barriga)
  3. Verifique se a fita métrica se encaixa confortavelmente, sem apertar
  4. Tire a medida

Compare seu resultado com estas recomendações:

Bom Regular Ruim
Mulheres menor que 80 cm de 80 a 88 cm acima de 88 cm
Homens menor que 94 cm de 94 a 102 cm acima de 102 cm

O ideal seria suas medidas caírem sob a categoria do “bom”, mas essa não é uma expectativa realista para todos os casos. Jovens geralmente conseguem isso, mas para algumas mulheres de meia-idade ou mais velhas, pode ser uma grande vitória chegar até o ponto “regular”.

Medindo o progresso

Sugiro medir a circunferência da cintura e o peso antes de iniciar sua jornada de emagrecimento e, talvez, uma vez por semana ou uma vez por mês. Anote esses resultados para poder acompanhar o seu progresso. Caso queira, você pode medir outras áreas, como as nádegas, o peito, os braços, as pernas, etc.

Observe que seu peso pode flutuar para mais ou menos durante o dia, dependendo do equilíbrio de fluidos e do conteúdo do sistema digestivo. Não se preocupe com mudanças de curto prazo, siga a tendência de longo prazo.

Se puder, tente verificar outros indicadores de saúde importantes antes de começar o regime, como estes:

  • Pressão sanguínea
  • Açúcar no sangue (glicemia de jejum e/ou hemoglobina glicada)
  • Perfil do colesterol (incluindo HDL e triglicerídeos)

Quase todos esses marcadores mostram melhorias em uma dieta low carb, antes mesmo de você perceber a perda de peso. Por isso, ficar de olho nesses marcadores depois de uns meses na dieta pode dar aquela animada, e melhorar sua motivação, já que eles mostram que você não só está emagrecendo, mas ganhando saúde!

PS: Não tem uma fita métrica em casa? Experimente estas opções:

  • Use um pedaço de barbante. Enrole o barbante em volta da cintura e corte-o para ajustá-lo à cintura no primeiro dia. Essa corda pode magicamente parecer cada vez mais longa a cada semana em que você a enrolar na cintura.
  • Comparar como um par de jeans velho também é uma boa opção.

6. Seja persistente!

Geralmente, a gente passa anos ou décadas engordando. Tentar perder tudo o mais rápido possível, morrendo de fome, não costuma adiantar, a longo prazo. Ao contrário, pode ser a receita para uma vida sob o efeito sanfona. Para ter sucesso, você precisa de algo que funcione a longo prazo.

O que procurar

É comum ouvir sobre a perda de 1 a 3 kg na primeira semana com uma dieta low carb rigorosa. Em média, as pessoas que têm muito peso a perder costumem emagrecer 0,5 kg por semana! Isso se traduz em cerca de 23 kg por ano. Mas é claro que cada um tem seu próprio ritmo, e nem todos perderão tanto peso.

Cada 1 quilo de gordura eliminada equivale aproximadamente a 1 cm perdido na medida da cintura.

Às vezes, homens jovens perdem peso mais rápido que isso, até duas vezes mais rápido. Por sua vez, mulheres na pós-menopausa podem perder em um ritmo mais lento. Pessoas que seguem uma dieta low carb rígida, ou aqueles que têm um regime de exercícios consistente, podem perder peso mais rapidamente. E se você começa com um excesso de peso grande, perceberá que no começo a perda de peso também será maior – embora a grande maioria desse peso venha da retenção de líquidos.

À medida que você se aproxima do seu peso ideal, a perda pode desacelerar até você se estabilizar com um peso que seu corpo considera adequado. Pouquíssimas pessoas ficam abaixo do peso com uma dieta low carb, desde que sigam a regra de ouro e comam quando tiverem fome.

Paradas iniciais

Você está saindo de um período de privação, geralmente causado pela contagem de calorias? Concentre-se nas medidas da cintura e nos marcadores de saúde, pois às vezes leva várias semanas para que a perda de peso seja aparente.

Platôs do emagrecimento

Espere platôs de perda de peso. Pode ser que passem meses em que nada parece acontecer na balança. Todo mundo passa por isso.

Fique calmo. Continue fazendo o que está fazendo e, eventualmente, as coisas devem começar a engrenar novamente.

Como manter o peso permanentemente

Não existe milagre no emagrecimento. Mesmo que você perca muito peso, provavelmente não manterá o corpo conquistado a não ser que mude seus hábitos para sempre. Se você perder peso e voltar a viver exatamente como vivia quando engordou, não pode ficar surpreso quando voltar a engordar. É quase certo que vai.

Manter a perda de peso geralmente requer mudança e paciência. Por mais tentador que possa ser, não caia em um golpe de dietas milagrosas. Esqueça soluções rápidas: se você perder um pouco de peso todo mês, devagar, eventualmente se verá livre de todo o excesso inicial. Isso é progresso inevitável e permanente. É isso que você quer.

PS: A mudança a longo prazo é mais difícil no começo, especialmente durante as primeiras duas semanas. É como parar de fumar. Depois de desenvolver novos hábitos, torna-se cada vez mais fácil. Eventualmente, pode se tornar natural, como se sempre tivesse sido assim.

7. Não coma tantas frutas

Está bem, sabemos que esse conselho é controverso, porque as frutas têm essa fama de ser praticamente mágicas, hoje em dia. As pessoas levam em consideração que as frutas são nutritivas, mas infelizmente, elas contêm muito açúcar – cerca de 10% do peso (e o restante é principalmente só água). Basta provar uma laranja ou uma uva. Doce, né?

Cinco porções de frutas por dia são equivalentes à quantidade de açúcar em 500 ml de refrigerante.

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, o açúcar natural das frutas é mais ou menos idêntico ao açúcar no refrigerante e em outras bebidas doces (cerca de 50% de glicose, 50% de frutose). O açúcar da fruta pode interromper a queima de gordura, do mesmo jeito que o dos doces. Sem falar que comer muita fruta pode aumentar sua percepção de fome e retardar sua perda de peso.

Por isso, para maximizar seus resultados, é bom evitar frutas – ou consumi-las ocasionalmente como um deleite.

Conclusão: Frutas são doces da natureza.

Mas pera lá, frutas não são comidas naturais?

A maioria das pessoas acredita que a fruta é natural, mas as frutas de hoje no supermercado têm muito pouco em comum com as frutas que tínhamos antes do cultivo em massa. Elas são maiores, menos amargas e possuem cascas mais finas e sementes menores. Isso as torna mais saborosas e fáceis de comer – e, devido ao seu tamanho aumentado, elas podem fornecer mais açúcar por unidade do que suas versões anteriores, que nossos antepassados tinham à disposição.

8. Corte a cervejinha

Pois é. A cerveja contém carboidratos simples que impedem a queima de gordura. É por isso que muitas pessoas chamam a cerveja de “pão líquido”, e foi cunhado o termo “barriguinha de cerveja”.

Existem bebidas alcoólicas mais inteligentes (com menos carboidratos) para desfrutar mesmo dentro da dieta:

  • Vinho (branco, tinto ou seco)
  • Champanhe seco
  • Bebidas destiladas como uísque, conhaque e vodka (evite coquetéis doces – experimente vodka, água com gás e limão)

Essas bebidas dificilmente contêm açúcar ou carboidratos simples, e por isso são melhores que a cerveja. No entanto, grandes quantidades de álcool podem retardar um pouco a perda de peso, de modo que mesmo a bebida sendo pobre em carboidratos, convém moderar o consumo.

9. Evite adoçantes artificiais

Muitas pessoas substituem o açúcar por adoçantes diet, acreditando que isso ajudará na redução de calorias, e consequentemente na perda de peso. É, parece tudo certo, na teoria. Só que vários estudos falharam em mostrar qualquer efeito positivo na perda de peso ao consumir adoçantes diet no lugar de açúcar puro.

Segundo estudos científicos, os adoçantes não calóricos podem aumentar o apetite e manter os desejos por alimentos doces. E um recente estudo independente mostrou que trocar as bebidas diet por água ajudou as mulheres avaliadas a perder peso. Isso pode ocorrer porque o corpo aumenta a secreção de insulina antecipando que o açúcar apareça no sangue. Quando isso não acontece, o açúcar no sangue diminui e a fome aumenta. Não é claro se essa cadeia de eventos ocorre regularmente, mas existem estudos bem projetados que mostram aumento da resposta à insulina ao usar adoçantes não calóricos.

Além disso, para as pessoas suscetíveis, os adoçantes não calóricos podem manter o desejo por doces e levar a desejos de lanches açucarados.

Se você está tendo problemas para perder peso, sugerimos que evite adoçantes. Como bônus, você provavelmente achará mais fácil apreciar a doçura natural de alimentos de verdade, quando não estiver mais viciado na doçura avassaladora de produtos processados e refrigerantes “diet”.

10. Revise os seus medicamentos

Muitos medicamentos podem afetar o emagrecimento. Discuta qualquer alteração no tratamento com seu médico. Aqui estão os três criminosos mais comuns:

  • As injeções de insulina, especialmente em doses mais altas, são provavelmente o pior obstáculo para a perda de peso para muitas pessoas. Existem três maneiras de reduzir a necessidade de insulina:
  1. Coma menos carboidratos. Quanto menos carboidratos você ingere, menos insulina é necessária. Lembre-se de diminuir as doses, se puder.
  2. Se isso não for suficiente, o tratamento com comprimidos de metformina (na dose de 2 a 3 gramas por dia) pode diminuir a necessidade de insulina (pelo menos para pessoas com diabetes tipo 2.
  3. Se isso não for suficiente para eliminar a insulina (novamente, para pessoas com diabetes tipo 2), você pode experimentar novos medicamentos promissores, sob a orientação médica. Isso reduz a necessidade de insulina e pode causar perda de peso, mas possíveis efeitos colaterais a longo prazo ainda são desconhecidos.
  • Outros medicamentos para diabetes, como comprimidos liberadores de insulina, podem levar ao ganho de peso. A metformina não é um deles.
  • A cortisona como medicamento oral é outro problema comum (por exemplo, prednisolona). A cortisona pode causar ganho de peso a longo prazo, especialmente em doses mais altas (por exemplo, mais de 5 mg de prednisolona por dia). Infelizmente, nem sempre quem usa prednisolona pode reduzi-la ou cortá-la, por ser parte essencial do tratamento, mas a dose deve ser revisada com frequência para que você não tome mais do que precisa. Os inaladores de asma e outros tratamentos locais de cortisona, como cremes ou sprays nasais, também podem afetar o peso.

Esses outros medicamentos também podem causar problemas:

  • Drogas neurolépticas ou antipsicóticas
  • Alguns medicamentos antidepressivos, especialmente os mais antigos. O lítio é um dos que costumam causar ganho de peso. Alguns dos que não afetam o peso são o citalopram e a sertralina.
  • Alguns anticoncepcionais, principalmente os que contém exclusivamente progesterona.
  • Medicamentos para controle de pressão na forma de betabloqueadores.
  • Os medicamentos para epilepsia, como carbamazepina e valproato.
  • Medicamentos para alergia e anti-histamínicos. A cortisona é a pior desde, como visto acima.
  • Os antibióticos, a curto prazo. Só use antibióticos se realmente precisar, sob prescrição médica.

11. Controle o estresse e durma mais

Você já quis mais horas de sono e uma vida menos estressante em geral? A maioria das pessoas, também. Estresse e falta de sono podem ser grandes inimigos do seu peso.

O estresse crônico e o sono inadequado podem aumentar os níveis de hormônios do estresse, como o cortisol, que pode causar aumento da fome e resultar em ganho de peso.

Se você quer emagrecer, pondere as possíveis maneiras de diminuir ou lidar melhor com o estresse em sua vida. Embora isso talvez exija mudanças profundas no seu estilo de vida, certamente melhorará os seus níveis hormonais e, consequentemente, seu peso.

Você também deve fazer um esforço para dormir o suficiente, de preferência todas as noites. Esforce-se para acordar descansado, sem depender do despertador. Se você é o tipo de pessoa que sempre é brutalmente acordada com o alarme tocando, talvez nunca deixe seu corpo tirar o descanso necessário.

Uma maneira de combater isso é ir para a cama cedo o suficiente para que seu corpo acorde de forma autônoma antes que o despertador toque. Permitir-se ter uma boa noite de sono é outra maneira de reduzir os níveis de hormônios do estresse.

A privação do sono, por outro lado, anda de mãos dadas com os desejos de açúcar, e tem um efeito adverso na autodisciplina, tornando desproporcionalmente difícil resistir à tentação (não é coincidência que privar alguém do sono seja uma técnica comum de interrogatório). Da mesma forma, a privação do sono enfraquece sua determinação de malhar.

Tá, mas e se eu simplesmente não consigo dormir?

Você tem problemas para dormir, mesmo com tempo de sobra? Aqui estão cinco dicas de um especialista :

  1. Vá para a cama na mesma hora, todas as noites. A longo prazo, isso ajudará seu corpo a se preparar para dormir naquele momento.
  2. Nada de cafeína depois das 14h. Nem venha com isso. Lembre-se que a cafeína demora um tempo para sair do seu sistema!
  3. Limite a ingestão de álcool a três horas antes de dormir. Embora a bebida possa deixá-lo sonolento, piora a qualidade do sono.
  4. Limite o exercício até quatro horas antes de dormir. A atividade física pode perturbar o sono por algumas horas após seu término.
  5. Tome 15 minutos de sol todo dia. Isso é bom para o seu ritmo circadiano (seu “relógio biológico”).

Por fim, verifique se o seu quarto está escuro o suficiente e se mantém em uma temperatura agradável. E sonhe com os anjinhos!

É barra, mas vale a pena

Muitos podem achar difícil seguir as nossas orientações, seja por falta de tempo ou por outros motivos, como ter que cuidar de pequeninos em casa. Mas se estressar menos e dormir mais não só é gostoso, como também pode ajudar a ficar mais magro.

12. Manere nos laticínios e nozes/castanhas

É verdade que dá para comer o quanto quiser e perder peso. Mas isso só funciona em uma dieta pobre em carboidratos, ou low carb, porque ela ajuda na regulação natural do apetite.

No entanto, apesar do fato de que uma dieta pobre em carboidratos geralmente facilita o controle calórico natural, existem alimentos classificados como baixos em carboidratos que se tornam um problema se comidos em grandes quantidades.

Se você tiver dificuldade em perder peso com uma dieta baixa em carboidratos, tente tomar mais cuidado com:

  • Laticínios (iogurte, creme de leite, queijo)
  • Nozes e castanhas

Os derivados do leite contêm quantidades variadas de lactose (o açúcar do leite), o que pode potencialmente atrapalhar a perda de peso. Consequentemente, reduzir os laticínios pode ajudar dar um empurrãozinho no emagrecimento.

Isso se aplica especialmente a laticínios de baixa gordura, como leite desnatado e vários iogurtes. Mas apesar de laticínios integrais, como creme de leite ou queijo, serem melhores para uma dieta low carb, eles ainda têm que ser monitorados pois são fáceis de exagerar.

O único derivado do leite com o qual você não precisa se preocupar é a manteiga, que é quase pura gordura. De um modo geral, a manteiga pode ser consumida à vontade – mas preste atenção nos sinais do seu corpo, e não coma se não estiver com fome.

Nozes e castanhas, o segundo grupo a ser observado, contêm uma quantidade razoável de carboidratos, e são muito fáceis de consumir em grandes quantidades, sem qualquer necessidade. As castanhas de caju estão entre as piores em termos de carboidratos – você verá que elas contêm cerca de 20% de carboidratos em peso.

Se você segue uma dieta low carb rigorosa e só pode consumir 20 g de carboidratos por dia, isso significa que 100 g de castanhas do caju já bateriam o seu limite, e nós sabemos o quão fácil é comer 100 g de castanhas sem nem perceber. Os amendoins tendem a ter cerca de 10 a 15% de carboidratos, e por isso também têm que ser controlados.

Portanto, para aqueles que têm problemas para perder peso: use nozes e castanhas com moderação. Quando em uma situação em que as castanhas são uma necessidade absoluta, saiba que as mais inofensivas em termos de carboidratos são as macadâmia (geralmente cerca de 5% de carboidratos) ou castanhas do pará (4%).

13. Suplementos de vitaminas e minerais

Seu corpo precisa de uma certa quantidade de vitaminas e minerais essenciais para funcionar de maneira otimizada. Então o que rola quando você não recebe o suficiente? O que acontece quando você come muito pouca comida ou quando a comida que você come não é nutritiva? É possível que o corpo responda aumentando a fome.

Afinal, se comermos mais, aumentamos as chances de consumir o suficiente de qualquer nutriente que estiver faltando. Por isso, o acesso a vitaminas e minerais talvez possa significar diminuição dos níveis de fome e tentações, promovendo a perda de peso.

Isso é apenas especulação, claro, sem fortes evidências de apoio. Mas existem alguns estudos que sugerem que a verdade pode ser bem essa.

Vitamina D

A falta de vitamina D é talvez a deficiência mais comum em países desenvolvidos, como o Canadá e alguns dos EUA. Três estudos recentes indicam que, quando comparado a um placebo, um suplemento de vitamina D ajuda a diminuir a massa gorda ou a medida da cintura.

Em um dos estudos , 77 mulheres com sobrepeso ou obesas receberam um suplemento de vitamina D ou um placebo, todos os dias durante 3 meses. Embora a perda total de peso tenha sido semelhante, aquelas que tomaram o suplemento de vitamina D diminuíram sua gordura corporal em 2,7 kg, em média. Isso foi significativamente mais do que o grupo placebo, cuja perda média de gordura foi de apenas 0,4 kg.

Multivitaminas

Uma pesquisa de 2010 estudou cerca de cem mulheres com problemas de peso, separando-as em três grupos. Um grupo recebeu um suplemento multivitamínico diário, o outro um suplemento diário de cálcio e o último grupo apenas um placebo. O estudo durou 6 meses.

Obviamente, os resultados mostraram que nada aconteceu com o peso das mulheres que receberam cálcio ou placebo, enquanto o grupo que tomou o multivitamínico perdeu mais peso – uma média de 3,6 kg a mais – e melhorou vários de seus marcadores de saúde (como a taxa metabólica). Embora essas diferenças pareçam pequenas, elas são estatisticamente muito relevantes.

Conclusão: Alimentos integrais e densos em nutrientes são certamente a chave de uma dieta para perder gordura. Mas uma quantidade adequada de vitamina D pode ser difícil de ingerir por meio de alimentos, especialmente para quem é vegetariano ou não come peixes gordurosos regularmente. Caso não seja compensar com exposição ao sol, é aconselhável suplementar a vitamina D, tanto para manter a saúde, quanto para emagrecer.

Além disso, se você estiver acima do peso e não tiver certeza absoluta de que sua dieta fornece nutrientes suficientes, pode valer a pena tomar uma pílula multivitamínica.

Embora a evidência não seja forte, é provável que não haja nenhuma desvantagem e, em contrapartida, você pode vivenciar várias melhorias.

14. Que tal entrar em jejum intermitente?

Essa dica é outra controversa, e exige muitas considerações antes de pular com tudo nela. Mas não se estresse com isso. Essa é uma das melhores dietas para perder gordura corporal. Ela pode ser perfeita se você estiver preso em um platô de perda de peso, apesar de “fazer tudo certo” – ou para acelerar sua perda de peso.

Jejum intermitente significa exatamente o que parece: não comer durante uma determinada janela de tempo.

Primeira opção recomendada – 16: 8

Provavelmente, a opção mais popular é o jejum de 16 horas (incluindo as horas de sono), o que geralmente é fácil de fazer durante uma dieta cetogênica. Esse modelo exige a troca de café da manhã por uma xícara de café (ou outro líquido não calórico) e deixar o almoço como a primeira refeição do dia. O jejum das 20h às 12h – por exemplo – é igual a 16 horas de jejum. Outra opção é pular o jantar: tomar café da manhã e almoçar dentro de 8 horas – por exemplo, das 8h às 14h – e depois não comer novamente até as 8h da manhã seguinte.

Existem muitas outras versões do jejum intermitente, mas esse método 16: 8 (16 horas sem comer com uma janela de 8 horas) é o que recomendamos como primeira opção. Isso porque costuma ser eficaz, é fácil de fazer e não exige controle de calorias.

Você pode fazer um 16:8 quantas vezes quiser, seja duas vezes por semana, apenas nos dias da semana ou todos os dias. Quanto mais você faz, mais eficaz vai se tornando.

Pessoas seguindo uma dieta ceto podem até cair sem querer nesse hábito, pois o apetite é reduzido a esse ponto.

Outros tipos de jejum intermitente

São tantas as opções! Mas resumindo o baile, os períodos mais longos de jejum são mais difíceis de realizar, mas há motivos para crer que são mais eficazes. Aqui estão duas opções mais comuns:

  • Jejum por 24 horas (geralmente do jantar ao jantar) uma ou duas vezes por semana. Isso pode ser eficaz e fácil de fazer para algumas pessoas, especialmente em uma dieta ceto que já reduz o apetite.
  • A dieta 5:2. Coma o quanto for necessário para se sentir satisfeito 5 dias da semana e, em seguida, restrinja calorias em dois dias (500 calorias por dia para mulheres, 600 calorias para homens). Isso requer contagem de calorias e mais planejamento, mas algumas pessoas preferem esse método.

Mas e aquela parada de comer quando tenho fome?

Ué, o conselho sobre o jejum intermitente não contradiz o conselho de comer quando está com fome? Sim, de certa forma.

Comer quando se está com fome é a primeira opção, e recomendamos sempre comer até que você se sinta satisfeito. Mas se isso não funcionar para você, o jejum intermitente é uma adição muito poderosa. Lembre-se que mesmo fazendo jejum, é importante comer até ficar satisfeito nas refeições dentro do horário permitido.O jejum intermitente não é a mesma coisa que contar obsessivamente calorias e passar fome 24/7. Morrer de fome pode ser uma receita para a miséria e o fracasso.

O jejum intermitente consiste em comer tudo o que seu corpo precisa, mas ao mesmo tempo permitir que ele dê uma descansada, e é uma dieta para perder gordura corporal muito usada e apreciada.

O que posso beber durante o jejum?

Durante um jejum, você não pode comer, mas definitivamente deve se manter hidratado. A água é a melhor opção, mas café e chá também podem ser consumidos. Durante jejuns mais longos, pode ser bom colocar um pouco de sal nessas misturas ou tomar caldo de carne.

Os líquidos que você consome devem ser preferencialmente sem calorias. Mas é aceitável colocar um pouco de leite ou creme ao seu café ou chá – se for o único jeito de você apreciar essas bebidas.

O que comer entre os jejuns

Então, o que você deve comer quando não está em jejum? Bem, se seu objetivo é perder peso ou perder gordura abdominal, sugerimos seguir todas as dicas acima, incluindo uma dieta low carb. Combinar isso com o jejum intermitente é uma ótima idéia!

Em uma dieta com poucos carboidratos, sua fome é reduzida e é muito mais fácil entrar em jejum por um tempo. Além disso, sua queima de gordura já aumentou – portanto, ao jejuar, você maximiza o potencial de queima.

Portanto, durante uma dieta pobre em carboidratos, os períodos de jejum podem se tornar mais fáceis de fazer e alcançar mais sucesso.

Quem não deve fazer jejum intermitente

Apesar do jejum intermitente ser uma ferramenta ótima para muitas pessoas, ele não é recomendado para todos. Aqui estão alguns grupos que não devem adotá-lo:

  • Se você tem um histórico de distúrbios alimentares, o jejum intermitente pode não ser o ideal para você. Recomendamos consultar seu médico antes de tentar jejuar.
  • Se você estiver estressado ou privado de sono, primeiro resolva isso, ou o jejum pode ser demais para o seu corpo já no limite.
  • Se você estiver tomando algum medicamento – especialmente insulina – as doses podem precisar ser ajustadas em jejum. Discuta isso com seu médico primeiro.
  • Crianças em crescimento, mulheres grávidas e mulheres que amamentam não devem fazer períodos de jejum longos, pois elas têm maiores necessidades nutritivas. Se esses grupos precisarem perder peso, recomendamos seguir as dicas anteriores, e comer quando estiverem com fome.

15. Exercite-se com sabedoria

Você sabe por que essa dica está entre os números mais baixos da nossa lista? É porque poucas coisas são tão superestimadas para perda de peso como o exercício físico.

Você já assistiu “O Grande Perdedor”? Os participantes tiram férias de seus empregos (e famílias) por meses. No programa, recebem apenas pequenas porções de comida e exercitam-se como se fosse seu trabalho em período integral – 40 horas por semana, às vezes mais. Este método é claramente insustentável para uma pessoa normal, a longo prazo.

E fazer coisas pequenas, como subir as escadas em vez do elevador ou descer do ponto de ônibus mais cedo provavelmente não afetará o seu peso. Isso é um mito . Estudos mostram que, se você começar a se exercitar, provavelmente precisará de pelo menos 30 a 60 minutos de exercícios por dia para perceber algum emagrecimento. Parcialmente porque fazer exercício causa mais fome, e comer mais atrapalha a perda de peso.

Basicamente, o efeito do exercício sobre o nosso peso é superestimado . É por isso que é apenas o número 15 nesta lista. Talvez você precise cuidar de outras coisas primeiro. Não é uma boa idéia comer alimentos processados prejudiciais à saúde, beber água açucarada (as chamadas “bebidas esportivas”) ou tomar medicamentos que engordam, para então se exercitar por horas diariamente apenas para compensar tudo isso.

O exercício não vai conseguir compensar outros hábitos ruins ou problemas em sua vida. Esses devem ser resolvidos primeiro.

As boas notícias

Mas se você já pôs em prática as dicas 1 a 14, deve ter um corpo descansado e recarregado que já está queimando gordura por conta própria. Nesse caso, o aumento da atividade acelerará sua perda de peso perda de peso. Além disso, não se esqueça que os efeitos do exercício sobre a saúde não relacionados ao peso são bastante impressionantes.

Efeitos hormonais

Para efeitos ainda mais impressionantes no estado geral de saúde do corpo, procure formas de exercício que provoquem uma resposta hormonal positiva. Isso significa treino de peso realmente pesado. Esse exercício aumenta os níveis do hormônio testosterona (principalmente nos homens), bem como o hormônio do crescimento.

Níveis mais altos desses hormônios não só aumentam sua massa muscular, mas também diminuem sua gordura visceral (gordura da barriga) a longo prazo.

Como bônus final, o exercício pode fazer você se sentir melhor, e ficar em melhor forma.

Que tipo de exercício você curte?

16. Entrar em cetose máxima

Atenção:

Chegamos finalmente à dica número 16. Se você ainda está tendo problemas para perder peso, apesar de seguir os 15 conselhos listados acima, pode ser uma boa ideia pegar pesado e jogar sujo: cetose máxima. Muitas pessoas que atingiram platôs de peso em dietas low carb acharam a cetose máxima útil. É uma ferramenta para voltar a perder peso.

Tá, e então, como isso funciona? De maneira geral: a primeira dica foi comer baixo carboidrato, lembra? Isso porque uma dieta baixa em carboidratos diminui seus níveis de insulina, hormônio armazenador de gordura, o que faz com que você queira consumir menos calorias do que gasta e perca peso, sem passar fome.

Várias dicas mencionadas acima são sobre como ajustar sua dieta para aproveitar esse efeito. Como você sabe que está obtendo o máximo impacto hormonal da sua dieta low carb? Você faz isso alcançando o que é conhecido como “cetose máxima”.

Cetose

Cetose é um estado em que o corpo está queimando muita gordura, em taxas surpreendentes. Até o cérebro passa a funcionar com gordura, através de corpos cetônicos. Estas são moléculas de energia que se tornam combustível para o cérebro depois de serem convertidas pelo fígado.

Para incentivar a produção de cetona, a quantidade de insulina na corrente sanguínea deve ser baixa. Quanto menor a sua insulina, maior a sua produção de cetona. E quando você tem uma quantidade suficientemente grande e controlada de cetonas no sangue, é basicamente uma prova de que sua insulina está muito baixa – e, portanto, de que você está desfrutando do efeito máximo de sua dieta low carb. É o que se chama cetose máxima.

Medindo as cetonas no sangue

Hoje em dia nós temos aparelhos disponíveis a preços razoáveis, feitos para medir os níveis de cetona sem sair de casa. Uma pontadinha no dedo e em apenas alguns segundos você saberá o seu nível de cetona no sangue.

As cetonas no sangue são melhor medidas em jejum pela manhã (antes do café da manhã). Aqui estão algumas dicas sobre como interpretar o resultado:

  • Abaixo de 0,5 mmol / L não é considerado “cetose”. Nesse nível, você está longe do máximo de queima de gordura.
  • Entre 0,5-1,5 mmol / L é a cetose leve. Você terá um bom efeito no seu peso, mas não é o ideal.
  • Cerca de 1,5-3 mmol / L é o que chamamos de cetose máxima, e você receberá os maiores benefícios nessa fase.
  • Números acima de 3 mmol / L são desnecessários, não alcançando resultados melhores nem piores do que estar no nível acima, da cetose máxima. Às vezes, números mais altos também podem significar que você não está recebendo comida suficiente. Para pessoas com diabetes tipo 1, isso pode ser causado por uma deficiência grave na insulina, que deve ser tratada.

Cetonas na urina

Os níveis de cetona também podem ser medidos de maneira mais antiquada, com testes de urina vendidos em farmácias ou na internet. Esses testes de cetona fornecem resultados menos confiáveis, e por isso as recomendações acima não podem ser aplicadas diretamente a eles. Eles são, no entanto, muito mais baratos.

Como chegar na cetose máxima

Muitas pessoas ficam surpresas ao medir as cetonas no sangue e descobrir que estão bem longe do ideal, mesmo seguindo a dieta low carb direitinho. Por quê?

Primeiro, é importante eliminar as fontes óbvias de carboidratos (doces, pão, espaguete, arroz, batata). Mas além delas, deve-se analisar molhos para salada, condimentos e outras fontes de “carboidratos escondidos”.

Você pode conseguir uma cetose máxima adicionando jejum intermitente ou exercício à sua rotina (conforme nossas dicas 14 e 15).

Finalmente, certifique-se de comer apenas quantidades adequadas de proteína. Uma dieta cetogênica não deve ser uma dieta muito rica em proteínas. Recomendamos 1,2 a 1,7 gramas por kg de peso corporal de referência por dia. Mais de 2 gramas por kg de peso corporal de referência pode ser um exemplo de muita proteína por dia, e pode atrapalhar na cetose.

Por outro lado, menos de 0,8 g/kg/dia também não é adequado, sendo muito baixo.

Um jeito de garantir que não está comendo proteína demais é aumentar a gordura do cardápio. Por exemplo, se você adicionar uma porção maior de manteiga de ervas ao seu bife, talvez não sinta vontade de comer um segundo bife e, em vez disso, sinta-se satisfeito após o primeiro. No entanto, lembre-se de que calorias extras da gordura também podem atrapalhar o emagrecimento.

E se nada disso funcionar?

Estar em cetose máxima por um período prolongado de tempo (digamos, um mês) garantirá que você experimente o efeito hormonal máximo de comer uma dieta low carb. Se isso não levar à perda de peso, então saiba que o problema no seu caso não é o excesso de carboidratos. E isso é verdade, existem muitas outras possíveis causas de obesidade e excesso de peso. As próximas duas dicas desta série podem ajudá-lo nisso.

Alerta importante

Se você tem diabetes tipo 1, não siga esses conselhos sobre cetose. Pode ser arriscado demais para você. Para liberar cetonas no sangue, você deve ter certeza de que seus níveis de açúcar no sangue estão normais. Se estiverem, você está em cetose normal – assim como a cetose de pessoas não diabéticas que seguem uma dieta low carb rigorosa.

Os altos níveis de açúcar no sangue, juntamente com as cetonas no sangue, por outro lado, significarão que você tem um nível baixo demais, patológico, de insulina – algo com o que geralmente apenas diabéticos precisam se preocupar. Essa situação pode levar à cetoacidose – uma condição potencialmente fatal. Se isso acontecer, você precisará injetar mais insulina; se você não tiver certeza do que fazer, entre em contato com um profissional médico ou peça a alguém para levá-lo ao hospital para fazer o check-out. Ter cetonas o suficiente para alcançar a perda de peso não é um risco que vale a pena para diabéticos (do tipo 1).

17. Verifique seus hormônios

Então, você seguiu as dicas anteriores, implementou importantes mudanças no estilo de vida e descobriu que não tem problemas gerados por medicação nem desnutrição. Você até tentou entrar em cetose máxima por um tempo. E mesmo assim, você ainda não consegue atingir o peso normal?

Se esse for o seu caso, está na hora de considerar que talvez seus problemas venham de um problema hormonal. Os três grupos mais comuns de apresentar problemas relacionados ao peso são:

  1. Hormônios da tireóide
  2. Hormônios sexuais
  3. Hormônios do estresse

Hormônios da tireóide

Algumas pessoas, na maioria das vezes mulheres, podem sofrer diminuição do metabolismo como resultado de deficiência de hormônio da tireóide, o chamado hipotireoidismo. Sintomas comuns são:

  • Fadiga
  • Maior sensação de frio
  • Prisão de ventre
  • Pele seca
  • Ganho de peso

Quando o problema é na tireóide, o ganho de peso não costuma passar dos 7 quilos.

É muito simples para o seu médico solicitar um exame que verifique as concentrações do hormônio estimulador da tireóide (TSH). Se o teste mostrar bons resultados, sua tireóide deve estar bem. Para um diagnóstico mais exato, você pode pedir que eles meçam os níveis reais de hormônios da tireóide no sangue (T3 e T4), pois às vezes eles são baixos, mesmo que o TSH esteja dentro da faixa normal.

Conhecemos dois jeitos de evitar a deficiência de hormônio da tireóide:

1. Consuma iodo o suficiente, pois este é um componente do hormônio da tireóide. Boas fontes são peixes, mariscos, algas marinhas e sal iodado (ou sal marinho iodado).

2. Níveis muito baixos de hormônio da tireóide geralmente indicam uma reação auto-imune à própria glândula. Isso significa que você terá que tomar suplementos hormonais, geralmente na forma de T4 (Levaxin), que seu médico pode prescrever para você. Seu corpo transformará isso no hormônio T3 ativo, quando necessário. A dose do suplemento deve ser ajustada para que você atinja os níveis hormonais normais (TSH, T3, T4) e alivie os sintomas – embora algumas pessoas possam se sentir melhor mantendo o TSH um pouco abaixo do normal.

Algumas pessoas se sentem melhor suplementando o T3 já ativo, pois ele pode dar um efeito mais forte que o hormônio T4. O problema é que seu efeito costuma ser mais difícil de controlar, e por isso a maioria dos profissionais de saúde raramente prescreve ou oferece esse tratamento. Sem falar que não há vantagens significativas e pode representar um risco quando as doses são altas por um longo período de tempo. No entanto, a suplementação do T3 é muito comum entre alguns praticantes de medicina funcional e médicos naturopatas. Independentemente da forma de tratamento, a chave é garantir que você avalie seus sintomas e níveis hormonais para garantir que você não substitua demais ou de menos os hormônios da tireóide.

Hormônios sexuais

Os hormônios sexuais também afetam seu peso:

  • Mulheres: As mulheres podem sofrer de síndrome do ovário policístico – que eleva os níveis de testosterona e insulina. Isso pode significar ganho de peso e distúrbios menstruais (muito comuns), infertilidade, acne e crescimento capilar masculino (como pêlos faciais). Uma dieta low carb pode ajudar a tratar essa condição. Durante a menopausa, o nível de hormônio sexual feminino também diminui. Isso geralmente causa um pouco de ganho de peso, especialmente em torno do intestino (a chamada obesidade central), mesmo seguindo uma dieta para perder gordura abdominal.
  • Homens: a partir da meia-idade, os homens costumam experimentar níveis gradualmente decrescentes do hormônio sexual masculino testosterona. Isso pode levar a um leve ganho de peso, também tipicamente ao redor do intestino, e à diminuição da massa muscular.

O que você pode fazer sobre os hormônios sexuais? A deficiência de testosterona pode ser pelo menos parcialmente tratada naturalmente com rotinas de exercício bem planejadas suplementação de vitamina D.

Você também pode aumentar testosterona pedindo ao seu médico que prescreva um suplemento de testosterona (depois de fazer um exame de sangue confirmando deficiência). As mulheres também podem usar suplementação de estrogênio para problemas da menopausa.

É importante levar em consideração, no entanto, que a suplementação de testosterona ou estrogênio por anos a fio, em doses anormalmente grandes para a sua idade, pode aumentar o risco de câncer de próstata (em homens) e câncer de mama (em mulheres).

Pode ser sensato aceitar que você não tem (e nem precisa ter, viu!) o corpo de um jovem de 20 anos quando tiver mais que o dobro dessa idade. Uma opção melhor seria tentar se concentrar em um estilo de vida saudável e ser o mais feliz possível com o corpo que você tem.

Hormônios do estresse

O último inimigo do controle do peso é o hormônio do estresse, o cortisol. Excesso de cortisol aumenta os níveis de fome, trazendo ganho de peso, especialmente em torno da barriga.

A causa mais comum de cortisol elevado é o estresse crônico e a falta de sono, ou a medicação com cortisona. É bom tentar resolver isso, ao máximo da sua capacidade.

Em casos raros e extremos, você pode estar lidando com um tipo específico de tumor que impulsiona a produção de cortisol. A condição é chamada síndrome de Cushing. Se você suspeitar que está sofrendo com isso, consulte seu médico, que fará os testes apropriados.

18. Se você está desesperado, pode recorrer à pílulas de emagrecimento

Parece um sonho, né? Continuar vivendo normalmente, seguindo o mesmo estilo de vida, mas tomando uma pílula diária e mesmo assim perder peso, sem nenhum esforço. É por isso que as pílulas de perda de peso são uma indústria bilionária.

Quer dizer que elas funcionam? Sim, de certa forma. Mas elas não são muito eficazes.

Existem muitos medicamentos que resultam em uma boa perda de peso (alguns quilos em média), geralmente à custa de efeitos colaterais fortes.

Suplementos sem receita médica

A internet está cheia de promessas de suplementos mágicos para emagrecer. Infelizmente, a única coisa que eles vão emagrecer é a sua carteira. Isso é verdade, mesmo se eles já tiverem sido mencionados na TV – você sabe que esses programas de saúde são só para entretenimento, né?

Quaisquer suplementos sem receita médica à venda que não sejam perigosos ou ilegais provavelmente terão um efeito pequeno ou desprezível no seu peso.

Isso é verdade mesmo para os suplementos vitamínicos mencionados em conselhos acima – o efeito é definitivamente pequeno, mas no caso de vitaminas pelo menos é seguro, barato e até potencialmente saudável – sendo por nós considerada uma estratégia ao menos inteligente (nós não vendemos suplementos e não temos nada a ganhar com esse conselho).

Existem também “bloqueadores de carboidratos” sem necessidade de prescrição por aí, que prometem impedir o corpo de absorver os carboidratos ingeridos. Os efeitos tendem a ser relativamente pequenos, mesmo em estudos financiados pelas empresas que vendem os produtos. O jeito mais barato e eficaz de não absorver carboidratos é… não comer carboidratos.

Supressores de apetite antigos

Em alguns países ainda é possível obter inibidores de apetite semelhantes a anfetaminas, com prescrições de curto prazo (algumas semanas, apenas). Como eles são apenas para uso a curto prazo são não usado para controle de peso a longo prazo. Estes medicamentos não são aprovados na União Européia, o que levanta certas suspeitas sobre sua segurança.

Esses medicamentos têm efeitos colaterais como insônia, palpitações cardíacas e pressão arterial alta. Também é possível se viciar neles, e por isso mesmo exigem uma receita especial de substância controlada. Exemplos incluem:

  • Adipex (fentermina)
  • Bontril (fendimetrazina)
  • Didrex (benzofetamina)

O efeito desses medicamentos é bem baixo e de curto prazo, e não está claro se eles superam seus riscos. Nós não os recomendamos.

A pílula da diarréia

Vamos passar para outro medicamento mais antigo, o Xenical (orlistate), atualmente à venda sem receita médica como “Alli ” e com uma popularidade em queda.

Este medicamento impede o corpo de digerir gordura no intestino. Em vez disso, apenas passa por você e acaba no banheiro – ou (na pior das hipóteses) em suas calças

Os efeitos colaterais incluem cólicas estomacais, gases, fezes oleosas com vazamento e incapacidade de controlar os movimentos intestinais. E, finalmente, a explosão que pode acontecer quando as pessoas pensam que estão apenas prestes a soltar um pum, e aí…

Esta pílula não é compatível com a ingestão de gordura, não sendo compatível com uma dieta low carb – que é rica em gorduras.

Esqueça essa droga. A maioria dos médicos já esqueceu.

As pílulas “meh”

Mais dois medicamentos para controle de peso foram recentemente aprovados e agora estão disponíveis, Belviq e Contrave .

Enquanto o Belvic foi rejeitado na Europa por questões de segurança, o Contrave foi aprovado recentemente (sob o nome Mysimba).

Esses dois medicamentos trabalham com diferentes receptores no cérebro para controlar o apetite. O efeito é modesto – de 2,7 a 3,6 kg perdidos em um ano, com recuperação parcial depois disso.

Existem preocupações contínuas de segurança com os dois medicamentos e um risco claro de efeitos colaterais (para o Contrave), como náusea, constipação, dor de cabeça, risco de pensamentos e tendências suicidas.

Não sei você, mas nos parece que esses benefícios pequenos não superam o risco alto de efeitos colaterais.

O atual campeão

Vamos falar de apenas mais um medicamento de emagrecimento liberado no país. Felizmente, pelo menos esse parece acelerar significativamente a perda de peso, com resultados promissores.

Este medicamento é uma variante injetada de um hormônio da saciedade chamado GLP-1. Ele diminui a velocidade com que o estômago esvazia e diz ao cérebro que você não precisa comer ainda – o que nós já sabemos ser ótimo para perder peso. Como bônus, esta droga funciona bem enquanto a pessoa está na dieta cetônica e funciona ainda melhor com o jejum intermitente – para uma rápida perda de peso sem sentir fome.

Este medicamento foi inicialmente usado para controlar o açúcar no sangue de pacientes com diabetes tipo 2 – sob a marca Victoza -, onde tem o surpreendente e bem vindo efeito colateral da perda de peso significativa .

Testes em pessoas com obesidade (sem diabetes) mostram que, em doses mais altas, o medicamento é bastante eficaz como um tratamento autônomo para perda de peso, com pacientes perdendo em média 5,6 quilos a mais do que um grupo placebo após um ano.

Existem muitos outros medicamentos similares para o tratamento do diabetes tipo 2, mas nenhum deles foi testado ou aprovado cuidadosamente para o tratamento da obesidade ainda.

O principal efeito colateral de Saxenda é o que acontece em todos os casos em que o efeito de saciedade se torna muito forte: náusea e vômito. Isso é bastante comum no início, por isso é necessário começar com uma dose baixa e aumentá-la lentamente à medida que o corpo se adapta à medicação.

O bônus

Se você tem diabetes tipo 2, existe outro medicamento para diabetes que pode resultar em perda de peso perceptível: o medicamento Forxiga. Infelizmente, esta pílula tem um risco aumentado de cetoacidose, especialmente para pessoas em dietas estritas com pouco carboidrato ou ceto, e não é recomendável tomar este medicamento enquanto estiver em uma dieta low carb.

A conclusão

Não há pílula mágica que vá te deixar magrinho de uma hora para outra. Todos esses medicamentos têm efeitos colaterais e nenhum é muito bom no que promete.

A única exceção possível é Saxenda – e isso é uma injeção diária, não uma pílula.

A desvantagem de Saxenda é o preço muito alto e as náuseas que as pessoas freqüentemente experimentam.

Também fica claro pelos relatos que tratamentos usando essa medicação não funcionam para todos. Algumas pessoas quase não perdem peso, enquanto outras perdem bem mais do que os quilos comprovados pelo estudo mais recente.

Finalmente, o Saxenda só funciona enquanto você o usa. Depois de parar, o peso tende a retornar. A maioria das pessoas que querem perder peso tem mais de alguns quilinhos para perder. É por isso que até o melhor remédio para perda de peso do mundo deve ser apenas um complemento opcional para outro tratamento.

Por isso este conselho é o último da lista. Apesar de ser uma adição útil para algumas pessoas, as dicas mais altas na lista são as que podem fazer a maior diferença na sua jornada de emagrecimento, sem dúvida.